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Toda tradição sobrevive quando encontra quem a reinvente. O crochê, que por muito tempo esteve associado às memórias das avós, agora conquista a geração Z. Meninas de 11 a 17 anos adotam a prática e dividem dicas com a gerações mais velhas. Nas redes sociais, a cadência dos pontos ganhou visibilidade através de tutoriais, vídeos curtos e fotos de trabalhos manuais que transformam o antigo passatempo em tendência digital.
Em contraste com a velocidade da era conectada, adolescentes encontram no crochê uma forma de desacelerar. Laís Dallemolle, 14 anos, foi fisgada pela curiosidade ao deparar-se com peças esquecidas da família.
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